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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NZT - 48

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Se você pudesse usar 100% do seu cérebro, tendo um Q.I de 4 dígitos, se sentir ótimo para trabalhar, sem aquela sensação de preguiça ou o foco ser preenchido por horas e horas na internet ou fazendo coisa supérfluas.? Seria excelente, não acha? A uns 4 anos atrás escrevi um roteiro sobre um homem que precisa terminar seu conto e nisso ele precisa de tempo, concentração e desbloquear o criativo. Ele não reside em tomar o que muitos chamam por ai da pílula da inteligência, a ritalina, seu nome comercial do metilfenidato,que seria para aqueles que tem o déficit de inteligência afetado estimulando o cérebro a ter mais atenção. Muitos estudantes usam para se sobressair dos demais, para concursos e vestibulares. A modafinil também se equipara a Ritalina, mas ela já seria para outros usos, para epiléticos ou doenças neurológicas afins. Ela estimula para combater a fadiga (a velha preguiça, o cansaço e/ou distúrbios do sono).

http://www.iwatchstuff.com/2010/12/16/limitless-trailer.jpg
  
Estas pílulas do século XXI são um sonho, podendo lhe dar superpoderes, é o que acontece com o personagem vivido por Bradley Cooper, o Eddie Morra (nome interessante, Morra) No filme LIMITLESS  (Sem Limites). Eddie está atrasado no prazo de entrega de um livro o qual não escreveu sequer uma palavra, para piorar, sua “namorada”, entre aspas mesmo, dá um tôco nele. A Avalanche de situações ruins para Eddie descreve sua crise criativa e outras abstinências. Na rua, ele encontra seu ex-cunhado (se é que existe essa terminologia) Vernon Gant (Johnny Whitworth). Nas conversa eddie sita sobre sua dificuldade de escrever seu livro, Vernom oferece uma droga que pode ajudá-lo, denomindada NZT-48. O filme se torna um thriller competente que é separada (como em Matrix, ultimamente estou comparando muito Matrix, talvez eu sempre faça isso) no momento que Eddie usa a droga (as cores das imagens ficam mais fortes, ricas, mais vivas, como ele mesmo diz, ele agora enxerga) e quando ele não usa a droga, os tons ficam neutros, normais para nossos olhos. Seu enredo é fabuloso e bem amarrado, o desenrolar acontece quando Eddie percebe que essa droga é poderosa, o ajudou a escrever mais de várias páginas do seu livro, sua vontade de se superar faz ele ir atrás de Vernom. Muitas coisas acontecem, mas como tudo que vem fácil amigo, tem seus efeitos colaterais. Como a Ritalina e o Modafinil que tem efeitos colaterais fortes como você não conseguir dormir, ter problemas neurológicos, afeta até o sistema nervoso em alguns casos, obviamente a morte.
Eddie não tem que se preocupar somente com isso, mas com pessoas que também conhecem a droga e querem ela de qualquer jeito. De Niro está à vontade no seu melhor estilo “cara feia” vivendo o Carl Van Loon, um homem poderoso do business. Bradley Cooper está Sem Limites nesse amaranhado dirigdo por Neil Burger que é uma história de puro realismo, já que cientistas estudam essa tal pílula. Segundo a Wikipédia (sei que não é uma fonte segura, mas...) há uma citação sobre a precisão científica do filme, atribuída ao físico James Kakalios. Segundo citado no artigo, Kakalios afirma que é possível que a ciência médica possa melhorar a inteligência, mas que atualmente a neuroquímica não está avançada o suficiente para que isso seja possível. Ele diz ainda, que se tal pílula existisse, uma pessoa que ficar sem o fornecimento da mesma poderia sofrer um "efeito rebote" e "tornar-se realmente estúpido.

"um dia  despertei, não docemente como no colo da mãe mas com a certeza dura de que tinha de realizar alguma coisa"

Ulrich, personagem de O homem sem qualidades, Robert Musil

Nota: 8,5





Demetrius Silva

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A ORIGEM DO PLANETA DOS MACACOS

Charles Darwin tinha razão? ou Charlton Heston tinha razão? Talvez nenhum deles, nem mesmo o grande criador dessa epopéia sem fim chamado O Planeta dos Macacos. Pierre Boulle, escreveu o livro base para 5 filmes e uma série de tv, além do remake desastroso de Tim Burton em 2001. Ele nunca imaginaria tamanho sucesso em sua obra, que se tornou  do simples entretenimento para uma relfexão angustiante da sociedade em saber que perderá o controle do seu próprio dom, de pensar, criar as coisas. Desde quando o cinema vem fazendo isso, sendo dominados por máquinas ou por macacos, o desitno pe sempre o mesmo. 
James Franco é o pai da criação do Planeta habitado somente por macacos no futuro. Ele cria um antídoto para a cura do Alzheimer, pois seu pai tem a doença, sente sofrível toda sua dor e isso estimula ele a encontrar tal cura (alguma motivação do mocinho do filme, isso tem que existir senão a motivação será encontrada só no sucesso e isso não diz respeito ao que um homem com bom caráter quer). Esses testes por sua vez são testados em macacos, uma símio fêmea (não sei o feminino de símio, poderia procurar no google, mas não vou) que estava nas experiências de Franco apresentou muita vioência, trazendo um efeito errado nos macacos. teve que sacrificá-la, mas tinha um bebê símio dela e ficou em seu cuidados, se tornou o seu animal de estimação, ou talvez mais que isso. Com o passar do tempo, ele apresentou uma inteligência incrível e foi batizado de Caesar (César da tragédia de Shakeaspeare) e se tornou a epserança de Franco em continuar suas pesquisas. 
Uma franqia soberba diga-se de passagem, pra quem conhece aquele filme de 1968 e suas continuações todas as referências estão nesse filme, com efeito adaptado para nossa época claro, mas todas as referências ligam-se a Caesar, o grande revolucionário contra a humanidade.
Os efeitos do filme são soberbos, os movimentos e interpretação de Andy Serkys que viveu Gollum em O Senhor dos Anéis e o Kink Kong são perfeitos, radiantes e que a academia deveria já fazer uma categoria no Oscar para atores quê interpretam personagens digitalmente, na minha opinião ele merece uma indicação, é uma forma de atuação, aliás, a mesma. Trocando as belas maquiagens dos seus antecessores filmes O Planeta dos Macacos - A Origem trouxe macacos reais e movimentos reais da mais perfeita sintonia possível. E seu final apoteótico é de arrepiar, sim, é de arrepiar mesmo. Vale muita a pena pra quem não viu ainda.

Nota:9,0

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Monitores do Projeto No Terreiro dos Brincantes recebem orientações sobre vídeo e fotografia



O Projeto No Terreiro dos Brincantes desenvolvido pelo Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho – IEC, Coletivo Camaradas e Universidade Regional do Cariri – URCA, está subsidiando os trabalhos dos monitores com oficina de produção de vídeos ministrada pelo produtor, documentarista e artista visual Leo Dantas e oficina sobre noções de fotografia ministrado pela professora do curso de artes da Universidade Regional do Cariri e fotografa, Nívia Uchoa.



O projeto consiste na produção de documentários sobre as manifestações da cultura popular da região do Cariri e já foram produzidos oito documentários. O material produzido será disponibilizado na Internet visando democratizar o acesso para pesquisadores, professores e o público em geral, sendo ainda disponibilizado para as escolas públicas.


Para a monitora do Projeto. Tais Haney, o projeto contribui para fortalecer de forma significativa a pesquisa sobre as manifestações artísticas e culturais da região. Ela acrescenta que os monitores passar a conhecer e fazer parte do universo da cultura popular.